21 ottobre 2014

DAL BRASILE: LA COMUNITA' DI CRUZILIA FESTEGGIA MADRE VANNINI

Dia de Madre Josefina Vaninni é comemorado com missa
e a visita da Superiora Provincial
 Na manhã desta quinta-feira – 16 de outubro, foi celebrada na Capela do Hospital, uma missa em ação de graças pelos 20 anos de Beatificação da Beata Madre Josefina Vaninni, fundadora das Irmãs Filhas de São Camilo. 
A missa foi presidida por Dom Guilherme Porto, e concelebrada por Padre Dehon Vicente Ferreira e Padre Enderson Hebert de Souza.   A celebração contou com a presença da comunidade local, dos funcionários do Hospital Dr. Cândido Junqueira, das Irmãs Filhas de São Camilo juntamente com a Superiora Provincial Irmã Odila Susin. 
Durante a celebração Dom Guilherme falou sobre a beata Madre Josefina Vannini, sua importância para a família Camiliana em especial para as Irmãs Filhas de São Camilo e destacou a importância do amor em nossa vida, deixando aos presentes o convite: “amar sempre, amar a todos, amar agora”, para reflexão.
 Após a celebração eucarística, foi oferecido o café da manhã, preparado com muito carinho pela equipe de nutrição da instituição de saúde, para todos os presentes no refeitório do Hospital Dr. Cândido Junqueira. 
                                     Descubra quem foi Madre Josefina Vannini

Giuditta nasceu em 07  de julho de 1859, em Roma, Itália. Aos sete anos, ficou órfã dos pais, Ângelo Vannini e Anunziata Papi, e foi separada dos irmãos. O mais novo ficou com um tio; a mais velha, com as irmãs de São José; e ela foi enviada para o Orfanato das Filhas da Caridade, em Roma, que a educaram dentro da fé cristã e a prepararam para a vida, com o diploma de professora.
Aos vinte e um anos de idade, ingressou como aspirante das Filhas da Caridade, em Siena, 3 anos depois foi admitida ao noviciado, mas após um mês foi demitida da Congregação. Não se sabe exatamente o motivo desta demissão. Alguns escritos no arquivo das Filhas da Caridade dizem que ela estaria adoentada, se alimentando mal e por isso recomendaram que ela ficasse por um tempo fora do convento para se recuperar. 
Readmitida ao noviciado um ano depois, permaneceu como professora até 1888, quando foi então definitivamente demitida da Congregação. 
Mas sentia o chamado para a vida religiosa, por isso cada vez mais rezava e fazia penitências. Em 1891, quando participava de um retiro orientado pelo padre camiliano Luiz Tezza, resolveu aconselhar-se com ele. Esse padre estava encarregado de renovar as Terciárias Camilianas e naquele momento teve uma inspiração: afiançar àquela jovem a realização do projeto. Giuditta, confiando no sinal dado por Deus, aceitou a tarefa.
Tão logo se confirmou seu temperamento de fundadora e religiosa, padre Tezza informou à Ordem dos Camilianos que obtivera a autorização do cardeal de Roma para dar sequência à iniciativa. Em 1892, Giuditta e mais duas jovens formaram a primeira comunidade da nova família camiliana. No ano seguinte, vestiram o hábito e ela foi nomeada superiora, adotando o nome Josefina. As Regras da Congregação foram formuladas e a finalidade definida: dar assistência aos doentes, em domicílio também.
Em julho de 1892  Padre Tezza pediu ao Papa Leão XIII a autorização para a Congregação se estabelecer em Roma e recebeu como resposta um “não deferir” e o Papa ordenou que se afastassem de Roma. No final de 1892 já era 14 o número das Filhas de São Camilo. 
O noviciado foi transferido para Grottaferrata a fim de facilitar a mudança do restante das Irmãs quando o Papa o exigisse, porém em 1994 foi retirada a ordem de afastamento, graças à insistência do Padre Tezza junto à Santa Sé.
Em 1900, padre Tezza foi transferido para a América Latina. E manteve apenas uma correspondência epistolar com a fundadora e a Congregação até morrer, em 1923, na cidade de Lima, Peru. Porém o distanciamento do precioso conselheiro não esmoreceu Madre Josefina. Ela manteve o ânimo das irmãs e o peso do recente Instituto. Amparada na segurança da ajuda da Divina Providência e confiante na fé em Cristo, estendeu a Instituição para várias localidades da Europa e da América do Sul (na América do Sul só havia casa na Argentina a segunda ser fundada foi a do Brasil em 1945, 34 anos após a morte da Madre).
Madre Josefina, mesmo com a saúde debilitada por uma doença do coração, visitava as novas casas acompanhando as irmãs, com amabilidade e vigor. Em 1909, depois de tantas resistências, receberam a tão esperada autorização eclesiástica e tornaram-se uma Congregação religiosa com o título de "Filhas de São Camilo".
Após alguns meses de sofrimento ocasionado pela enfermidade, a fundadora morreu em 23 de fevereiro de 1911. Madre Josefina Vannini foi beatificada pelo papa João Paulo II em 16 de outubro de 1994, data que ele indicou para a celebração da festa litúrgica em sua memória.



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